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Famato diz que suspensão das exportações de carne é guerra comercial

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) considera precipitada a decisão do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em suspender temporariamente a importação de carne bovina “in natura” brasileira.
 
Famato define como guerra comercial suspensão das exportações brasileiras de carne pelos EUAFamato define como guerra comercial suspensão das exportações brasileiras de carne pelos EUA
 
Na avaliação da entidade, os EUA são um mercado importante para a pecuária brasileira, apesar de o volume exportado ainda ser pequeno em relação a outros países. Em nota, a Famato pondera que a qualidade do nosso produto é tão reconhecida que o Brasil é o único país do mundo que exporta para os EUA carne oriunda de animais que foram vacinados contra a febre aftosa.
 
De acordo com a federação, mais do que excesso de zelo do comprador, a suspensão também significa acirrada disputa de mercados entre os produtores estadunidenses e os produtos importados do Brasil. “De certa forma, estas são as regras do jogo para quem atende mercados tão competitivos”, sustenta a entidade.
 
 
A Famato destaca, ainda, que os abcessos apontados como causa da suspensão são apenas vestígios de reações decorrentes da vacina contra a febre aftosa, que comprometem apenas o aspecto visual do produto, mas não apresentam riscos à saúde.
 
 
Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agroindustria/2017/06/26/famato-diz-que-suspensao-das-exportacoes-de-carne-e-guerra-comercial.html / Por DATAGRO

Agro precisa se comunicar melhor com a comunidade internacional

O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e ex-ministro da Agricultura, Alysson Paolinelli, disse na Hortitec, evento dedicado a novas tecnologias para o setor de hortifrútis, que se encerrou na última sexta-feira (23), em Holambra (SP), que falta comunicação do agronegócio com a comunidade internacional.
 
 
Para ex-ministro da agricultura, população ainda tem visão distorcida de que o agro não poupa terrasPara ex-ministro da agricultura, população ainda tem visão distorcida de que o agro não poupa terras
 
 
Em recente giro pela Europa, Paolinelli participou, na Suécia, do mais recente encontro do Crop Trust, consórcio público-privado internacional responsável pelo Global Seed Vault. Localizado na Noruega, o GSV é um banco de sementes de amplitude global criado para proteger o material genético destinado à agricultura contra catástrofes. A instalação é capaz de armazenar mais de 2,5 bilhões de sementes.
 
Segundo Paolinelli, a visão que ainda predomina internacionalmente é que a agricultura brasileira é uma atividade predatória do meio ambiente. “Acham que somos desmatadores.” De acordo com o ex-ministro, há desconhecimento acerca da evolução tecnológica da agricultura nacional, que cresceu em produtividade, poupando milhões de hectares. “Definitivamente, falta nos comunicarmos melhor neste sentido.” Paolinelli adiantou que uma comitiva da Crop Trust deve visitar o Brasil em breve, a fim de conhecer os principais polos agrícolas.
 
 
Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/2017/06/26/agro-precisa-se-comunicar-melhor-com-a-comunidade-internacional.html / DATAGRO

Saiba como produzir mais arroba por hectare/ano

Para se produzir mais arroba por hectare/ano, o pecuarista precisa, fundamentalmente, estabelecer metas para dois indicadores cruciais do seu rebanho: o ganho médio diário dos animais e a taxa de lotação. É o que destaca Antônio Chaker El-Memari Neto, do Instituto Terra de Métricas Agropecuárias (Inttegra). Segundo Chaker, o bom desempenho destes indicadores está diretamente atrelado à qualidade de genética, manejo, sanidade e nutrição dos animais.

De acordo com o especialista, em um cenário cada vez mais concorrido, o pecuarista precisa, acima de tudo, ter cabeça de líder e investir em capacitação técnica e gerencial para ele e seu time. No cuidado com o rebanho, Chaker chama atenção para o período da entressafra. “É nesta hora em que não se tem boa alimentação natural que a preocupação tem que ser maior”, afirma, acrescentando que no que diz respeito à comercialização, proteger o preço em bolsa é medida básica. “Fazer hedge passa a ser cada vez mais essencial”, observa.
 
O especialista alerta que a integração com a agricultura e/ou floresta não é recomendada para todos os pecuaristas. “Primeiramente, é preciso, obviamente, checar o potencial agronômico da propriedade”, salienta. Chaker ressalta, ainda, que a agricultura exige mais investimento, e por isso o pecuarista aspirante à integração precisa estar preparado financeiramente. “O aporte inicial é alto e o retorno, geralmente, só vem após cerca de quatro anos”, conclui. 
 
Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/2017/06/14/saiba-como-produzir-mais-arroba-por-hectare-ano.html  / Exclusiva Redação Uagro

 

Entregas de fertilizantes crescem 4% em maio

As entregas de fertilizantes no mercado doméstico encerraram maio com 2.451 mil toneladas, aumento de 4,1% na comparação com igual período de 2016, informa a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda).
 
De acordo com a entidade, no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as vendas registraram ligeira alta de 0,5%, alcançando 10.249 mil toneladas, enquanto que o total de nutrientes (NPK) apresentou queda de 5,3%, pela redução da fórmula média.
 
Por sua vez, segundo a Anda, a produção nacional de fertilizantes intermediários no acumulado de janeiro a maio recuou 5,5% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo 3.297 mil toneladas. Já as importações de fertilizantes intermediários cresceram 20,6% frente a igual período de 2016, alcançando 9.355 mil toneladas.
 
 
Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/2017/06/14/entregas-de-fertilizantes-crescem-4-em-maio.html / Por DATAGRO

Transgênicos contribuem para redução da pobreza, diz estudo

Nos mais de 20 países que adotam transgênicos, houve crescimento econômico e redução de impactos ambientais na agricultura. Além disso, também em virtude da adoção da biotecnologia agrícola, países em desenvolvimento registraram diminuição da pobreza de mais de 16,5 milhões de trabalhadores rurais. Os dados são do relatório “GM crops: global socio-economic and environmental impacts 1996-2015”, elaborado pela consultoria inglesa PG Economics.
 
 
Uso de transgênicos ajudou na diminuição da pobreza de 16,5 milhões de agricultores
 
 
Segundo o levantamento, em 2015, a cada dólar investido, os agricultores de países desenvolvidos obtiveram um retorno médio de US$ 2,76. No mesmo ano, produtores de países em desenvolvimento receberam US$ 5,15 por cada dólar investido.
 
Para a diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Adriana Brondani, o Brasil confirma as estatísticas trazidas pelo estudo. “No País, podemos observar que os agricultores que investem em tecnologia – a transgenia, por exemplo – conseguem aumentar a produtividade e, consequentemente, o rendimento de suas lavouras”, afirma.
 
 
Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/pesquisa-e-tecnologia/2017/06/12/transgenicos-contribuem-para-reducao-da-pobreza-diz-estudo.html / Por DATAGRO