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Curso de Artesanato Patchwork com a instrutora Marli Zientarski

Curso de Artesanato Patchwork com a instrutora Marli Zientarski

Nesta semana tivemos o curso presencial de Artesanado / Patchwork com a Instrutora Marli Zientarski, com todas as medidas de segurança e proteção em uso para o enfrentamento da COVID 19 a retomada gradual dos treinamentos promovidos pelo SRSA / SENAR vem sendo retomado.

Informações sobre novos treinamentos e agenda, aqui no site, em nosso Facebook e no Instagram, ou diretamente com pelo Whatsapp:

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Curso de Informática para o Pessoal da  Banda Opus dei

Curso de Informática para o Pessoal da Banda Opus dei

Curso de informática realizado no Sindicato Rural de Santo Augusto, com o instrutor Vanderlei Prezotto para o pessoal da Banda Opus Dei.

 

Curso de informática realizado no Sindicato Rural de Santo Augusto, com o instrutor Vanderlei Prezotto para o pessoal da Banda Opus Dei.

Publicado por Sindicato Rural de Santo Augusto – SRSA em Sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Hidroponia reduz necessidade de utilização de defensivos agrícolas

Hidroponia reduz necessidade de utilização de defensivos agrícolas

Utilizada para o cultivo de vegetais sem a necessidade da utilização do solo, a hidroponia pode garantir benefícios importantes no volume e nos impactos ambientais da produção. A técnica, que funciona em ambiente controlado e com a utilização de soluções nutritivas artificiais e adaptadas para oferecer todos os minerais, água e nutrientes que a planta precisa para se desenvolver, reduz a necessidade de utilização de defensivos agrícolas e permite o plantio o ano inteiro.

“No cultivo convencional, o tempo de crescimento de uma planta depende de diversos fatores, como os nutrientes presentes no solo, uma conservação bem feita, a temperatura do ambiente e as técnicas de plantio adotadas em uma determinada região ou propriedade. Quem adota a hidroponia, consegue reduzir esse período de crescimento, porque oferece à planta uma alimentação balanceada, voltada para as características daquele vegetal”, explica a coordenadora de Assistência Técnica e Gerencial do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar Alagoas –, Luana Torres.

O cultivo hidropônico é indicado para o plantio de culturas cujo ciclo é mais rápido. “São plantas pequenas e é possível cultivá-las em alta densidade. Numa pequena propriedade, você pode fazer uma produção em grande escala de alface, por exemplo. A situação é similar para o morango hidropônico, que tem receptividade muito boa no mercado. Utilizando o sistema NFT (Nutrient Film Technique), em que as raízes das plantas crescem numa canaleta com a solução de água e nutrientes, é possível produzir sem o risco de contaminação por fungos e fazer irrigação com uso de fertilizantes apenas quando necessário”, observa Luana.

O ambiente controlado da hidroponia é o que permite o plantio o ano inteiro. “Sabemos que a agricultura está atrelada às condições climáticas, então, quando acontece um período de chuva, a produção pode ser colocada em risco. Da mesma forma, os períodos de seca podem atrapalhar o desenvolvimento vegetal. Se o produtor provém um ambiente controlado, na estufa, e com solução de nutrientes específica para aquele vegetal, consegue manter o plantio sem interrupções, tranquilamente”, garante a coordenadora de ATeG do Senar Alagoas.

A técnica também é sustentável por conta do consumo controlado de água. “No plantio convencional, a água evapora ou escorre superficialmente e leva embora os nutrientes do solo, o que chamamos de lixiviação. Com a hidroponia, o produtor trabalha num sistema fechado e reduz essas perdas”, explica Torres.

Desvantagens
A hidroponia também traz algumas desvantagens que precisam ser analisadas antes da sua implementação. Os custos para a construção da estufa e, se necessário, de um sistema de fertirrigação são elevados. “Alguns produtores tentam economizar, utilizam materiais não adequados e acabam sem criar um ambiente propício para este tipo de cultura, o que prejudica o cultivo”, diz Luana.

A mão de obra também precisa ser especializada, com profissionais capacitados para, por exemplo, monitorar indicadores como o PH e a condutividade da solução nutritiva. Além disso, em alguns casos, a hidroponia ainda não consegue oferecer preços competitivos no mercado. “Cabe ao produtor, nas feiras locais ou na hora de vender para um supermercado, mostrar porque aquele produto dele vale tanto a pena”, diz Luana Torres.

Fonte: https://www.cnabrasil.org.br/

Relatório de Gestão: em cinco anos, Senar/MS levou atendimento a mais de 1,1 milhão de pessoas do meio rural

Relatório de Gestão: em cinco anos, Senar/MS levou atendimento a mais de 1,1 milhão de pessoas do meio rural

Balanço aponta que, somente pela Assistência Técnica e Gerencial, quase 6 mil produtores rurais do estado foram contemplados entre 2015 e 2019.

Entre os anos de 2015 e 2019, as ações do Senar Mato Grosso do Sul contemplaram mais de 1,1 milhão de pessoas em todo o estado, levando atendimento aos produtores rurais por meio da Assistência Técnica e Gerencial e iniciativas de educação, saúde, qualidade de vida e cidadania no campo. É o que mostra o Relatório de Gestão divulgado nesta semana pela instituição, destaque do ‘Educação no Campo’ desta quarta-feira (10).

Para o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, a produtividade, a integração e a sustentabilidade na agropecuária demonstram a evolução do agro, e também que o Senar/MS vem conseguindo acompanhar esse avanço com responsabilidade e comprometimento.

“O foco principal do nosso trabalho é compartilhar conhecimento e promover grandes transformações no campo. Estamos nos empenhado muito para isso, seja por meio da representatividade do setor, por meio da capacitação com a nossa Assistência Técnica e Gerencial, seja levando educação, saúde, qualidade de vida e cidadania a milhares de pessoas ligadas ao agro”, acredita o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito.

Com o avanço do setor, aumentaram também seus fluxos e demandas, especialmente por qualificação especializada. Em cinco anos, o Senar/MS contribuiu com essa modernização, em número e importância. De 5 cadeias produtivas, passou a contemplar 11, atendendo mais de 5,8 mil produtores rurais de todos os municípios do estado com a Assistência Técnica e Gerencial. A quantidade das visitas técnicas passou de 5,1 mil para 78,4 mil; a da equipe credenciada de 57 para 266 profissionais; e a de recomendações, de 12 mil para 164 mil.

“O aumento na demanda é proporcional à busca por produtividade, tecnificação e melhoria da gestão da porteira para dentro. É um movimento natural e os produtores estão tomando nota dessa atualização, entendendo que a sua propriedade é uma empresa e que, para continuar competitivo na atividade é preciso ter eficiência, acompanhar o ritmo do agro e se manter informado, com capacidade e habilidades para obter o padrão de qualidade exigido pelo mercado”, explica o superintendente do Senar/MS, Lucas Galvan.

Educação – A instituição, hoje, é referência quando o assunto é qualificação no campo. No portfólio são mais de 200 cursos de FPR (Formação Profissional Rural) e PS (Promoção Social). Segundo o relatório, mais de 274 mil pessoas foram capacitadas em cerca de 20 mil cursos realizados no perído. No Seja (Senar Jovem Aprendiz Rural), 500 alunos foram preparados para ingressar no mercado de trabalho. Já nos cursos de Inclusão Digital Rural e Informática Básica e Avançada o total chegou a 627 turmas e aproximadamente 5,7 mil pessoas qualificadas.

Na Educação Formal, que também é alicerce do Senar, já são 1,7 mil alunos matriculados no Curso Técnico em Agronegócio, em nove polos, sendo que 300 estão certificados. No último processo seletivo, tivemos 1,4 mil inscritos, com média de 7,5 candidatos por vaga. Para o Técnico em Agropecuária, modalidade mais recente, foram mais de 1,8 mil inscritos em quatro processos seletivos, média de 3,6 candidatos por vaga.

“Estamos falando de capacitação de nível técnico, gratuita, de qualidade, com certificação, em uma das áreas que mais exige profissionais preparados, desde a prática no campo até o controle e gestão do negócio. Segundo pesquisa que realizamos com alunos, a maioria considera o curso ótimo, sendo que o acesso ao emprego e empregabilidade foi superior a 80% e a melhoria de renda em média de 60%”, detalha Galvan.

Saúde – O Relatório de Gestão deixa claro que a melhoria da qualidade de vida também é uma preocupação do Senar/MS. Em 2016, quando teve início, o Programa Especial ‘Saúde do Homem e da Mulher Rural’, atendeu 120 pessoas. Somente em 2019, mais de 5,7 mil pessoas passaram por 13,4 mil procedimentos entre exames, testes, consultas e palestras, oferecidos em 29 localidades. Em cinco anos foram 18,6 mil pessoas atendidas.

Já no ‘Pingo D’Água’, ação de saúde bucal, os atendimentos aumentaram de 6,3 mil para 9,7 mil, com acumulado de 42 mil procedimentos odontológicos, em 25 municípios, nesse período.

Agrinho – Pensar no futuro, considerando que os alunos em fase escolar fazem parte da geração que representará o agro sul-mato-grossense e do país. Esta é uma das prioridades da instituição. Com o maior programa de responsabilidade social do Senar/MS, que acontece em parceria com Governo do Estado e setor privado, o Agrinho, que em 2015 atendeu 60 mil alunos da rede pública de ensino, superou em 2019 a marca dos 160 mil estudantes, de 472 escolas, em 72 municípios. Em cinco anos mais de 44 mil professores foram capacitados com a metodologia e mais de 716 mil alunos foram alcançados com a iniciativa.

Na editoria ‘Mercado Agropecuário’, você fica por dentro do avanço do setor rural. Confira aqui a matéria na íntegra, que foi publicada na segunda-feira (08).

Por: Ellen Albuquerque / Fonte: Assessoria de Comunicação

Sistema FAEP/SENAR-PR realiza campanha contra a dengue

Sistema FAEP/SENAR-PR realiza campanha contra a dengue

O Sistema FAEP/SENAR-PR irá realizar, a partir de junho, uma campanha de prevenção contra a dengue. A ação da entidade tem como objetivo divulgar informações, cuidados e orientações sobre a doença que afeta a população do Paraná e, principalmente, orientar professores e alunos das redes pública e privada sobre situações que possam afetar a saúde.

O tema principal da campanha será a dengue, doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti e altamente disseminada no Brasil e na América Latina. Em diversas regiões do país, a dengue é considerada uma epidemia. Ainda, a grande quantidade de casos registrados, principalmente no verão, representa um desafio sanitário para as autoridades e coloca em risco parte significativa da população. Mesmo nesta época do ano, com a proximidade do inverno e a pior seca das últimas duas décadas no Estado, o número de casos é preocupante.

No Paraná, o número de notificações cresceu drasticamente neste ano, principalmente nas regiões Norte, Noroeste, Oeste e no Litoral. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Paraná registra sua pior epidemia de dengue da história, fato que o coloca entre os Estados com maior número de incidência de casos. Entre o dia 14 de março e 16 de maio, segundo dados da Sesa, o Estado registrou mais de 114 mil casos da doença, com 90 óbitos. A taxa de letalidade é de 3,4 por 100 mil habitantes no Paraná. Por conta da preocupação com a disseminação da doença, o tema dengue será trabalhado por meio de atividades online como parte da campanha de prevenção da doença.

“A dengue é uma situação preocupante no Paraná, que precisamos, além dos cuidados com a saúde, ter uma postura voltada para a educação da sociedade. Precisamos mostrar para as pessoas como se faz uma boa prevenção para evitar mais casos no Estado. A nossa campanha tem esses motes: saúde e educação”, aponta Ágide Meneguette, presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR.

“A dengue continua sendo uma situação emergencial no Paraná. Temos um número grande de casos, muitos complicados, e até mesmo óbitos. Neste momento em que vivemos a pandemia de coronavírus, surgiu a preocupação de também voltarmos um pouco da nossa atenção para a dengue, utilizando a informação e a educação como forma de prevenção”, aponta Débora Grimm, superintendente do SENAR-PR.

O combate à dengue já era uma preocupação do Sistema FAEP/SENAR-PR. Tanto que orientações de prevenção contra a doença já estavam contempladas no material didático do Programa Agrinho, reformulado no ano passado e que seria utilizado neste ano pelos professores e alunos das escolas das redes pública e privada do Paraná. Mas, com o cancelamento da edição 2020 do programa e a paralisação das aulas por conta da pandemia do coronavírus, o material didático não será distribuído este ano. A decisão, além de alinhada às orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e Ministério da Saúde, tem por base a preocupação da entidade com o aproveitamento escolar dos alunos em meio ao comprometimento de parte do ano letivo.

“Há algum tempo, a dengue é uma preocupação nossa, tanto que estava contemplado no novo material didático do Programa Agrinho. Como não iremos utilizá-lo na íntegra esse ano, optamos por desmembrar a parte da doença para disponibilizar aos professores e alunos”, explica Patrícia Lupion Torres, consultora do SENAR-PR e idealizadora do Programa Agrinho. “Dentro da campanha de prevenção, os professores poderão utilizar os materiais voltados para dengue para ensinar as melhores formas de prevenção e cuidados aos alunos que, certamente, irão repassar aos seus pais e familiares”, acrescenta.

Conteúdo

A campanha de prevenção contra dengue será desenvolvida em formato inteiramente remoto, ou seja, por meio de Educação a Distância (EaD) e uso de ferramentas online. O próprio personagem Agrinho será o mascote desta campanha, já que possui uma grande identificação com os milhares de alunos do Estado.

O Sistema FAEP/SENAR-PR, para isso, está disponibilizando no seu site (www.sistemafaep.org.br), num espaço exclusivo, uma série de materiais, nos mais variados formatos sobre o tema da dengue.

Entre outras atividades, professores das redes pública e privada do Paraná poderão participar de uma capacitação profissional com carga-horária de 40 horas.O curso desenvolvido pelo SENAR-PR conta com materiais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, com o objetivo de levar ainda mais conhecimento sobre a dengue aos docentes. Os professores interessados poderão se inscrever na capacitação, de forma gratuita, a partir de junho.

Ainda, os conteúdos retirados do material didático do Programa Agrinho poderão ser utilizados junto aos alunos. Todos os arquivos estão disponíveis no site do Sistema FAEP/SENAR-PR, visto que não haverá distribuição de material físico.

“Considerando toda a situação das aulas presenciais suspensas nas escolas públicas e privadas do Estado, a única forma de atingir os professores e alunos é por meio das plataformas online. Por isso, neste momento, o curso, os materiais e os conteúdos foram formatados pensando nessa proposta”, destaca o gerente do Departamento Técnico (Detec) do SENAR-PR, Arthur Piazza Bergamini.

Em breve, também serão disponibilizados outros materiais, vídeos e jogos sobre os cuidados com a dengue. A ideia é fornecer materiais com especialistas da área da saúde que complementem as informações no combate à doença.

Além das orientações sobre o combate à dengue, os materiais elaborados pelo Sistema FAEP/SENAR-PR para a capacitação dos professores e alunos também trazem conteúdos e atividades sobre o coronavírus a serem trabalhados como forma de conscientização.

Concurso

Como forma de fomentar ainda mais a campanha de prevenção contra dengue, o Sistema FAEP/SENAR-PR irá realizar um concurso para premiar as melhores iniciativas desenvolvidas pelos professores e alunos de todas as regiões do Paraná. Assim como os materiais, o concurso será realizado totalmente de forma remota.

“Queremos, além de ajudar no trabalho de conscientização da população e, consequentemente, redução dos casos de dengue no Paraná, reconhecer os esforços dos nossos professores e alunos. Por isso, considerando o cenário atual, elaboramos um concurso que irá premiar as melhores ideias”, destaca a superintendente do SENAR-PR. “Entendemos que esse concuso é mais uma forma de fomentar os cuidados que as pessoas precisam ter contra a doença”, acrescenta.

O concurso terá as categorias Desenho (1º ano), Redação (2º ao 9º ano) e Prática Pedagógica, sem divisão por escolas das redes pública e privada. Futuramente, no período de inscrições, o professor será o responsável por fazer o upload dos materiais dos alunos no site do Sistema FAEP/SENAR-PR. Na Prática Pedagógica, o docente terá que enviar um vídeo de até três minutos descrevendo as estratégias pedagógicas utilizadas para trabalhar e desenvolver os conteúdos com a turma. Nenhum trabalho deve ser enviado via Correios, somente pelo site da entidade.

Fonte: Senar/RS

BOLETIM 26 – MEDIDAS DE PREVENÇÃO AO CONTÁGIO DA COVID-19

BOLETIM 26 – MEDIDAS DE PREVENÇÃO AO CONTÁGIO DA COVID-19

Data: 28 de maio de 2020

#SantoAugustoUsaMáscara 😷
 
A Secretaria Municipal de Saúde anunciou que chegou o resultado da coleta realizada no início da semana que ainda estávamos aguardando, o qual também é NEGATIVO. Então seguimos sem casos confirmados, 7 descartados, 15 em monitoramento e sem suspeitos.
 
Na região da 17ª CRS somam 34 casos confirmados, segundo o Boletim Epidemiológico COVID-19 19/2020, atualizado em 28 de maio de 2020, às 13h.
 
Reforçamos a solicitação para que não haja aglomeração de pessoas e que os munícipes mantenham as medidas preventivas, redobrando os cuidados com a higiene, principalmente lavando bem as mãos antes de tocar o nariz, olhos e boca e usando máscaras sempre que precisarem sair de casa.
 
Número de contato VIGILÂNCIA SANITÁRIA – Secretaria Municipal de Saúde: (55) 9 9732-6031.
 
Nas UBSs serão atendidos apenas os casos de urgência e emergência. Por isso, pedimos que a população compareça nas unidades apenas em casos de extrema necessidade.
Antes de se deslocar, ligue para a sua unidade:
– Central de Gestão: (55) 3781-4356
– UBS – Zona Sul: (55) 3781-3447
– UBS – Zona Leste: (55) 3781-3589
– UBSs – Centro e Interior: (55) 3781-3863
– UBS – Zona Oeste: (55) 3781-3608
– UBS – Novo Milênio: (55) 3871-3235

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