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Farsul – Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul

Farsul – Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul

Diante das medidas protetivas adotadas ao redor do mundo para conter a pandemia do Covid-19, a Farsul permanecerá auxiliando o produtor. Para isso, compilamos algumas informações com o objetivo de mantê-los informados dos impactos do cenário mundial no setor agrícola. Iremos atualizar e divulgar semanalmente esses dados.
(3ª Semana)

NOSSO AGRO – 25 de abril de 2020

NOSSO AGRO – 25 de abril de 2020


Confira os destaques do programa:

– Curso gratuito de educação a distância do Senar ensina a confeccionar máscaras de proteção no combate a COVID-19;

– Conheça a atuação das Federações da Agricultura e Pecuária para manter a produção e a distribuição de alimentos;

– Coronavírus: você vai ver as principais ações do Sistema CNA/Senar junto aos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo;

– Assistência Técnica e Gerencial do Senar: vídeo mostra como funciona o Diagnóstico Produtivo Individualizado.

Sistema Farsul define medidas para o combate do Covid-19

Sistema Farsul define medidas para o combate do Covid-19

Sistema de trabalho implantado em março será mantido no mês de abril Diante do agravamento da pandemia causada pelo coronavírus (Covid-19) desde nossa última manifestação, em 17 de março passado, e das distintas determinações legais em vigência no território gaúcho, o Sistema Farsul (Farsul – Senar-RS e Casa Rural) passa a adotar as seguintes medidas: 

Para colaboradores: 

– Manutenção do atual sistema de trabalho na forma de home office, ressalvadas as exceções tratadas de forma individual; – Estabelecimento do horário de funcionamento/trabalho de todos os funcionários, independentemente do local de exercício laboral, nos seguintes turnos: das 8h às 12h e das 13h às 17h, ressalvadas as exceções tratadas de forma individual; – Manutenção da suspensão de todas das atividades na sede em Porto Alegre e nos Polos Rede e-Tec de Cruz Alta e São Sepé, ressalvadas as exceções tratadas de forma individual; 

Para atividades externas:

 – Manutenção da suspensão de todas as atividades externas do Sistema Farsul (palestras, reuniões, cursos, ações, treinamentos, visitas, feiras, etc.), que ocorram no período do dia 13/4 ao dia 03/5/2020. 

Para atividades internas: 

– Continuam mantidas as ações prioritárias aos produtores rurais gaúchos como, por exemplo, as questões relacionadas a seca ou a renegociação das dívidas as quais serão executadas de forma remota, em sistema de home office, salvo situações excepcionais em que, com prévio agendamento, seja necessária forma presencial. O Sistema Farsul mantém, através de suas diretorias, gabinete permanente de análise das condições de trabalho e saúde gerados pela pandemia, sendo possível a qualquer momento o estabelecimento de novas providências, sendo estas, portanto, as medidas estabelecidas diante do atual cenário. A diretoria do sistema se coloca à disposição da sociedade gaúcha para todos os esclarecimentos que se façam necessários. Mais uma vez desejando que esse momento de crise se encerre o mais brevemente possível para que o agro gaúcho volte a demonstrar toda a sua capacidade.

Fonte: Senar RS

Governo do RS fecha comércio em todo o Estado até 15 de abril

Governo do RS fecha comércio em todo o Estado até 15 de abril

Eduardo Leite salientou aumento nos casos e necessidade de controlar Covid-19 até estrutura de saúde ficar pronta

 governador do Estado, Eduardo Leite, anunciou para esta quarta-feira decreto que restringe ainda mais as atividades no Rio Grande do Sul. Em vídeo ao vivo, ele relatou que a nova publicação do Diário Oficial determinará, à exceção de serviços essenciais, o fechamento do comércio em todo o Estado, sem que municípios possam tomar decisões sobre a questão.

“Alguns municípios ensaiaram relaxamentos de restrições. Não vou discutir se as restrições começaram mais cedo que o necessário. O que importa é que justamente agora, pela análise e ciência, revela-se mais importante a restrição”, enfatizou o governador.

Conforme Leite, a análise de dados indica um aumento dos casos de Covid-19 em todo o RS. Além disso, o governador salientou que a estrutura de saúde só estará devidamente reforçada a partir de 15 de abril. Por conta disso, as restrições perdurarão ao menos até lá. “É agora a hora de sermos mais rigorosos, não de afrouxar restrições. Por isso, anúncio que determinei a proibição do comércio em todo o território estadual, em todos os municípios do Rio Grande do Sul”, frisou. “Isso ocorrerá até o dia 15 de abril, pois até lá teremos melhores informações e mais dados, a dinâmica das internações de todos os hospitais do Estado”, ponderou.

“Ainda teremos algumas semanas para ter a estrutura completa de fortalecimento da rede de atenção hospitalar, com novos leitos”, acrescentou o governador. “Podemos chegar a um incremento de 50% de UTIs disponibilizadas no SUS, uma ação coordenada de Estado, Ministério da Saúde e municípios”, relatou.

Leite garantiu que serviços e atividades essenciais, assim como indústria e construção civil, continuarão funcionando. “O funcionamento de toda uma cadeia produtiva para garantir alimento, saneamento, energia e cuidados médicos seguirá. Assim como a logística para caminhoneiros trafegarem sendo atendidos, em postos de gasolina e redes de conveniência nas estradas. Vamos garantir que o Estado siga funcionando em condições mínimas.”

Por Correio do Povo /

 

Entidades empresariais lançam manifesto pela reativação econômica

Entidades empresariais lançam manifesto pela reativação econômica

Porto Alegre, 26 de março de 2020 – A Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), juntamente com a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), e a Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio), divulgou nesta quinta-feira (26) o manifesto “Pela Reativação da Economia Gaúcha”. No documento, as três entidades manifestam sua preocupação com “a ameaça de desabastecimento que poderá ocorrer caso se prolonguem, além de um limite razoável, as proibições de atividades empresariais”, e propõem um retorno gradativo às atividades a partir de 1º de abril.

De acordo com a Farsul, Fiergs e Fecomércio, é preciso levar em conta as cadeias de fornecedores que, mesmo fora da área de saúde e alimentar, – consideradas exceções de segmentos industriais e comerciais -, são essenciais para que o produto final exista, em uma cadeia que não pode ter nenhum elo quebrado. “De nada adianta o campo produzir se o produto ‘in natura’ ou industrializado não chegar ao consumidor”, destacam.

O documento alerta, ainda, que no curto prazo há o risco da falta generalizada de produtos, desde o campo até as lojas. “Assim, o sacrifício será de toda a população. Ainda há tempo de evitarmos o empobrecimento abrupto e irreversível da sociedade”. A proposta apresentada é o de “retorno gradativo das atividades econômicas, permitindo que as empresas – atendendo as recomendações de saúde, como o teletrabalho dos grupos de risco, o distanciamento entre pessoas, etc., firmando protocolos de contingência – possam operar com 50% de pessoal nas suas atividades a partir do dia 1º de abril, e retomando a 100% em 6 de abril, quando o isolamento horizontal já terá cumprido 16 dias”.

Por fim, as entidades reiteram que o bom senso deve prevalecer nesse momento atípico, sem aprofundar ainda mais os problemas sociais decorrentes de um colapso econômico.

Confira o manifesto na íntegra.

Petrobras reduz gasolina em 15% a partir de quarta-feira; mantém diesel

Petrobras reduz gasolina em 15% a partir de quarta-feira; mantém diesel

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A Petrobras reduzirá em 15% o preço médio da gasolina em suas refinarias a partir de quarta-feira e manterá o valor do diesel, informou a companhia à Reuters após ser consultada.

A redução ocorrerá em meio a um tombo dos preços de petróleo e derivados por impactos da expansão do coronavírus e de uma guerra de preços entre grandes produtores globais da commodity.

Com o novo corte, a queda acumulada de gasolina da Petrobras —responsável por quase 100% da capacidade de refino do Brasil— somará cerca de 40% em 2020, de acordo com informações da petroleira e cálculos da Reuters.

Na semana passada, estatal havia já reduzido o valor da gasolina em 12%.

O preço do diesel, por sua vez, acumula recuo de aproximadamente 30% neste ano até o momento.

Os preços do petróleo Brent já caíram cerca de 60% neste ano, sendo negociados nesta terça-feira a cerca de 27 dólares o barril, com uma queda da demanda diante da pandemia de coronavírus e o aumento da oferta depois que a Rússia e a Arábia Saudita não chegaram a um acordo para reduzir a produção.

O chefe da área de óleo e gás da consultoria INTL FCStone, Thadeu Silva, afirmou à Reuters que a queda da gasolina no mercado internacional foi ainda mais brusca que a repassada pela Petrobras aos clientes, em um movimento que parece ser de cautela, uma vez que a companhia não tem como prever como o mercado se comportará nos próximos dias.

“Tem ainda uma quantia boa represada de reajuste que dá para fazer, eu acho que a Petrobras vem adotando uma estratégia de suavizar o movimento, porque ela não sabe se o preço ‘rebota’ daqui a dois dias, o mercado está muito volátil.”

“Também acho que se baixar inteiro, ela começa a trazer problemas sérios para a cadeia. Quem está estocado com o produto, vai ter problemas sérios se reduzir tão bruscamente os preços, o prejuízo pode ser muito grande.”

O repasse de ajustes dos combustíveis nas refinarias para o consumidor final nos postos não é imediato e depende de diversos fatores, como consumo de estoques, impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.

Fonte: Ruters