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MP anula renegociações de dívidas rurais

MP anula renegociações de dívidas rurais

Governo alega que benefícios concedidos aos produtores gerariam custo para os cofres públicos superior a R$ 17 bilhões em 2018.

O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional uma medida provisória (MP) que anula a renegociação de dívidas rurais oriundas de financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer) e do Programa Especial de Crédito para a Reforma Agrária (Procera).

 

Em relação ao Pronaf, a MP revogou o dispositivo que concedia um desconto entre 40% e 80% na liquidação das operações contratadas até 2015.

Segundo informou a Agência Câmara Notícias,  o governo alega que os dispositivos revogados gerariam um custo para os cofres públicos superior a R$ 17 bilhões somente neste ano, valor não previsto na lei orçamentária. Segundo a exposição de motivos que acompanha a MP 842, o gasto coloca em risco o cumprimento da meta de resultado primário (deficit de R$ 159 bilhões) e o teto de gastos imposto pelo Novo Regime Fiscal.

Com a revogação, associada a outras regras previstas na medida provisória, a Secretaria do Tesouro Nacional afirma que o custo fiscal da renegociação rural cai para R$ 1,6 bilhão.

Por DATAGRO
Culturas de verão têm valores mínimos reajustados

Culturas de verão têm valores mínimos reajustados

Correção média foi de 6,5% para as culturas de verão, com variação entre 1,09% e 26,96%.

O governo federal anunciou o reajuste dos preços mínimos para as culturas de verão. A correção média foi de 6,5% para as culturas de verão, com variação entre 1,09% e 26,96%. O arroz longo fino em casca (RS e SC) teve correção de 1,19%, algodão em caroço e em pluma, de 14,59%; feijão cores, de 3,06%; mandioca e derivados, entre 4,12% e 8,82%, leite, de 10,5%; soja, de 2,36%; milho, entre 7% e 11,04% e do café arábica, 2,46%.

Segundo informou o Ministério da Agricultura, os valores foram fixados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no último dia 25 de maio e fazem parte das medidas anunciadas no Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019, no dia 6 deste mês.

Os preços mínimos foram definidos, principalmente, com base nos custos variáveis de produção das lavouras, além de considerar outros indicadores de mercado. “Os valores da PGPM refletem os custos na produção agrícola, em um ambiente de baixa inflação”, complementa o secretário.

Índice de preços da FAO avança 1,2% em maio

Índice de preços da FAO avança 1,2% em maio

Indicador foi puxado pelo aumento nas cotações de lácteos e cereais.

O Índice de Preços de Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) registrou alta de 1,2% em maio frente ao resultado de abril.

De acordo com o órgão, o indicador foi puxado pelo avanço nas cotações de lácteos e cereais.

Por outro lado, houve recuo nas cotações de açúcar e óleos vegetais, com as carnes registrando estabilidade.

 

Fonte: DATAGRO / Link: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/2018/06/08/indice-de-precos-da-fao-avanca-1-2-em-maio.html

Semeadura do trigo está atrasada no RS

Semeadura do trigo está atrasada no RS

Greve dos caminhoneiros prejudicou a oferta de insumos no campo.

Em momento de preparo para plantio de trigo no Rio Grande do Sul, algumas áreas estão com a semeadura atrasada em função da paralisação dos caminhoneiros, que prejudicou a oferta de insumos para a realização dos trabalhos.

De acordo com a Emater-RS, neste momento, o percentual de área cultivada chega a 5%, número bem abaixo 12% observados no ano passado.

Em relação a comercialização de sementes, que chegou a preocupar o produtor em algum momento, segue em ritmo normal, porém abaixo do ano passado. A oferta neste ano é menor, segundo técnicos, em função da baixa produção e da qualidade obtida no ano anterior. O problema tem sido resolvido, em parte, com entrada de semente de fora do Estado, mais precisamente do Paraná.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/trigo/2018/06/01/semeadura-do-trigo-esta-atrasada-no-rs.html / Por DATAGRO