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Imposto sobre insumos agrícolas pode subir

O preço dos insumos agropecuários como, fertilizantes, defensivos, sementes, rações, entre outros pode subir caso o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) não aprove o convênio 100/97, que concede desconto no ICMS nas compras interestaduais desses produtos. A afirmação é da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil).
 
De acordo com a entidade, o convênio reduz em 60% a base de cálculo no ICMS dos principais insumos agropecuários. O presidente da Aprosoja, Marcos da Rosa, disse em nota, que mesmo com as isenções em vigor, a agricultura proporciona uma arrecadação anual de R$ 40 bilhões em impostos federais e outros R$ bilhões com ICMS.
 
"Recentemente, o PIS/COFINS (do setor) também foi elevado, o que gerou um impacto calculado de mais de R$ 2 bilhões dentro da porteira", disse, em nota, o presidente da Aprosoja.
 
Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/2017/09/25/imposto-sobre-insumos-agricolas-pode-subir.html / Por DATAGRO

Aftosa: Retirada da vacina pode abrir mercados para o Brasil

Nos últimos meses, o setor pecuário abriu uma enorme discussão sobre a retirada da vacina contra febre aftosa no Brasil. Atualmente, a imunização só não acontece em Santa Catarina. 
 
Segundo o Para o delegado do Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS), João Junior, a medida em termos de mercado é extremamente positiva, visto que há uma valorização maior do produto de países com este reconhecimento. 
 
"A retirada da vacina abre um mercado gigante para o Brasil tanto em valores quanto em aumento do comércio. É importante nos prepararmos para este momento e talvez esta seja a hora, diminuindo o risco de dentro do Brasil para fora", destacou, em nota.
 
Mas, para que o Brasil dê esse passo rumo a imunização, Junior precisa focar na fiscalização das fronteiras secas existentes entre os países da América do Sul. O Rio Grande do Sul, segundo ele, é um dos Estados com mais riscos por fazer divisa com Uruguai e Argentina. 
 
"É importante nos precavermos da doença fortalecendo a fiscalização nas fronteiras. Já tivemos problemas esses tempos na Colômbia, além disso o Brasil está investindo na Venezuela e com isso vai investindo em outros países para o problema não chegar no país, já que é o controle é muito difícil", explica.
 
 
Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/pecuaria/bovinos/2017/09/25/aftosa-retirada-da-vacina-pode-abrir-mercados-para-o-brasil.html / Por DATAGRO

Fixação biológica de nitrogênio gera economia anual de US$ 12 mi para o agro brasileiro

O vazio sanitário da soja em Mato Grosso termina no próximo dia 15. A partir dessa data os agricultores ficam somente esperando a chegada das chuvas para iniciar a semeadura. Enquanto aguardam, as máquinas já foram reguladas e estão prontas para irem ao campo. Porém, também é preciso ficar atento à inoculação das sementes. O processo de Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN) é capaz de fornecer todo o nitrogênio necessário para a soja atingir altos rendimentos e aumentar a produtividade.  Mas é necessário que o agricultor siga alguns procedimentos no momento da inoculação das sementes para obter melhores resultados, diz a Embrapa Agrossilvipastoril.
 
 
Fixação biológica de nitrogênio pode aumentar produtividade das sementes de sojaFixação biológica de nitrogênio pode aumentar produtividade das sementes de soja
 
 
A procedência e qualidade do inoculante é o primeiro ponto a ser observado. Para isso, é preciso verificar se o produto tem registro no Ministério da Agricultura e se está dentro do prazo de validade. Também é aconselhável perguntar ao vendedor sobre as condições de transporte e armazenamento do inoculante, para garantir que não foi exposto ao sol ou a temperaturas excessivas, o que pode ocasionar a morte das bactérias. As mesmas preocupações e cuidados devem ser mantidos após a compra, no transporte e armazenamento na fazenda. Mantendo sempre o produto em local fresco e bem arejado.
 
De acordo com o pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril, Anderson Ferreira, a inoculação deve ser feita no mesmo dia da semeadura. Caso não seja possível, o produtor deve inocular novamente as sementes. O processo pode ser refeito apenas uma vez, acima disso o resultado em campo pode ser afetado. “Quanto mais rápido ele plantar depois da inoculação e quanto menos ele expor ao calor, ele vai obter mais microrganismos viáveis. Os microrganismos se mantêm vivo por longa data, só que a cada hora que passa com ele inoculado sendo exposto a altas temperaturas ele vai diminuindo a vitalidade”, explica Anderson.
 
O pesquisador também indica o uso de inoculantes turfoso em dosagem duas vezes maior do que a recomendada quando o plantio é feito em áreas novas. Já nas áreas antigas, é preciso fazer reinoculação anualmente, pois a repetição do procedimento pode resultar em ganhos de 5% a 7%.
 
Como preparar
 
A inoculação deve ser feita à sombra, em tambor rotatório, betoneira ou em máquinas especificas que também permitem o tratamento com agroquímicos. É necessário deixar secar por cerca de 30 minutos e manter a semente inoculada protegida do sol e do calor. Além disso, a dose a ser aplicada deve ser calculada de acordo com as instruções do fabricante.
 
Fixação biológica de nitrogênio
 
A fixação de nitrogênio é um processo natural no qual bactérias estabelecem uma simbiose com a raiz das leguminosas, como a soja, e convertem o nitrogênio da atmosfera em nutriente para a planta. Graças ao avanço da tecnologia brasileira esse processo é potencializado com a inoculação da bactéria Bradyrhizobium. Antes da semeadura, colocam-se as sementes em contato com a bactéria, em um processo chamado inoculação. Feito isso, a bactéria aguarda a germinação e penetra nas raízes da soja, onde desenvolve nódulos e neles se aloja.
 
A Embrapa estima que com a tecnologia da FBN, o Brasil economize anualmente cerca de US$ 12 milhões de dólares em adubo nitrogenado. Além da redução dos custos de produção, isso contribui para menores danos ao meio ambiente e para a redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.
 
 
Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/2017/09/14/fixacao-biologica-de-nitrogenio-gera-economia-anual-de-us-12-mi-para-o-agro-brasileiro.html / Por DATAGRO

Aquisição de crédito rural cresce 29%

Nos dois primeiros meses da safra agrícola 2017/18 a contratação de crédito rural por médios e grandes agricultores atingiu R$ 25 bilhões. Segundo informações do Ministério da Agricultura, esse montante representa uma alta de 29% em relação ao que foi ofertado em igual período da safra anterior.
 
Contratação de crédito rural para custeio somou R$ 20,7 bilhõesContratação de crédito rural para custeio somou R$ 20,7 bilhões
 
No início da nova safra, os bancos liberaram 132.422 contratos de financiamento envolvendo crédito de custeio, comercialização e investimento, ante 110.763 operações de julho e agosto de 2016.
 
O desembolso nas operações de custeio e de comercialização atingiu R$ 20,7 bilhões, em alta de 29% sobre igual período de 2016. Já as contratações de investimentos chegaram a R$ 4,4 bilhão, com crescimento de 30%.
 
As contratações pela Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) atingiram R$ 5,3 bilhões, valor que equivale a praticamente o dobro do observado em igual período no ano passado, de R$ 2,8 bilhão. De acordo com a SPA, esse resultado decorre do aumento na emissão do título, criado com o objetivo de diversificar as fontes de financiamento do crédito rural.
 
Do total da LCA, R$ 2,2 bilhões foram para as operações de custeio, R$ 2,5 bilhões para comercialização, R$ 171 milhões para industrialização e R$ 390 milhões para investimentos.
 
As instituições públicas ofereceram, em julho e agosto, nas modalidades custeio, industrialização e comercialização, R$ 9,9 bilhões (+ 72%), já os bancos privados somaram R$ 6,7 bilhões (- 10%) e as cooperativas de crédito, quase R$ 4 bilhões (+ 41%).
 
Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/politica-setorial/credito-rural/2017/09/15/aquisicao-de-credito-rural-cresce-29.html / Por DATAGRO

Exportações de café crescem 27,4% em agosto

Em agosto, as exportações brasileiras de café apresentaram recuperação de 27,4% na comparação com o mês anterior, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Desta forma, o oitavo mês do ano teve um total de 2.374.540 sacas exportadas, com receita cambial alcançando US$ 388,5 milhões, resultando no preço médio de US$ 163,63.
 
No acumulado do ano civil, o Brasil já exportou mais de 19,3 milhões de sacas. O volume representa um decréscimo de 9,2%, na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita cambial do ano civil teve um aumento de 3,9%, atingindo US$ 3,3 bilhões. Entre as variedades embarcadas, o café arábica foi responsável por 87,7% dos volumes exportados (16.948.257 sacas), seguido pelo solúvel, com 11,4% (2.200.674 sacas), e robusta, com 0,9% (166.317 sacas).
 
“Agosto já traz para o setor uma perspectiva melhor, ainda que tímida, com dados mostrando sinais de recuperação. Isso reflete também em uma tendência para os próximos meses, como consequência das últimas safras colhidas. A expectativa é que, em setembro, o volume de exportação siga com disposição a crescer em torno de 20%”, afirma o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes. “Além disso, os resultados já eram esperados por conta do cenário com uma safra menor e baixos estoques de cafés remanescentes”, complementa.
 
Principais destinos
 
No acumulado do ano civil, os Estados Unidos mantiveram a liderança do consumo do café brasileiro, com 3.823.069 sacas, representando 19,8% de participação total. Em seguida, figura a Alemanha, com 3.313.720 sacas, sendo 17,1%. A lista ainda conta com a Itália, que importou 1.782.857 sacas do café brasileiro (9,2%), seguida do Japão, com 1.398.280 sacas (7,2%), e da Bélgica, com 1.114.367 (5,8%). Destaca-se ainda no período o crescimento de 36,4% nos embarques do país para a Turquia (637.222 sacas), 9,2% para a Federação Russa (643.851) e 2,8% para a Itália (1.782.857 sacas).
 
Fonte:  http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/cafe/2017/09/11/exportacoes-de-cafe-crescem-27-4-em-agosto.html / Por DATAGRO